Perto de completar 19 anos no domingo, fico pensando em como a sociedade, família, amigos, escola ou faculdade, exige dos jovens grandes responsabilidades. Essa reflexão não vem acompanhada de nada que diga que sou a pessoa mais responsável ou irresponsável do mundo, mas sei que este ano aconteceu muita coisa em minha vida, coisas que vieram acompanhadas de muitas mudanças, e é preciso ter o pé no chão para saber aproveitar as oportunidades.
Não me vejo hoje, melhor do que era a um ano atrás, quando estava fazendo 18 anos. As datas são simbólicas. Definições entre povos e países, para criar leis e tentar organizar. Algumas coisas que eu fazia antes, continuam as mesmas, e outras, não fazem mais sentido. É assim com a vida, as coisas perdem o sentido, ou ganham mais força, de acordo com o seu momento. Ganhar dinheiro, por exemplo, é sempre bom, mas é mais importante ainda quando você não tem, ou está precisando de muito mais. Passar num vestibular é essencial para quem ainda não entrou na faculdade. Muitas pessoas conseguem quatro, cinco aprovações. Depois, não fará mais sentido, pois as preocupações serão outras, e bem maiores.
Não é a primeira vez que eu digo, mas é sempre bom lembrar. Façam o que gostam, e não percam tanto tempo, pois a vida é curta, e quando já estivermos formados, casados, trabalhando, teremos outras coisas para preocupar, e não vamos poder reclamar do que não fizemos. Deixe as crianças brincarem, se sujar todas, perder tempo, olhar para o céu, mas claro, tudo com limite, mas não tire a diversão presente em cada criança, e o quanto é bom ser jovem. Assim, poderemos olhar para trás, e dizer que tudo valeu a pena.
Enfim, eu estaria me contradizendo se falasse para vocês serem responsáveis, mas lembrem-se de ser irresponsáveis na hora certa, e com coisas boas, e ser responsáveis quando estiverem convencidos disso. É muito pior tentar se enganar, dizendo para todos, e para si mesmo, que são responsáveis, quando não são.
Já usei a palavra responsabilidade muito hoje. Bom fim de semana, e pensem nisso.
Até mais
André F. Correia
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